
Durante painel com representantes do tradicionalismo, Gabriel apresentou propostas para fortalecer os CTGs e ampliar a presença da cultura gaúcha nas escolas. / Foto: Joel Vargas
Candidato também defendeu a ampliação do CTG na Escola e a continuidade dos investimentos no tradicionalismo
O candidato ao governo do Estado Gabriel Souza (MDB) propôs, nesta terça-feira (1º), a criação de um edital específico para ajudar os CTGs a realizarem as adequações necessárias em seus Planos de Prevenção e Proteção Contra Incêndios, os PPCIs. O anúncio foi feito durante o painel Cultura Gaúcha em Destaque, realizado no CTG Independência Gaúcha, em Esteio, com representantes do tradicionalismo e candidatos ao Piratini.
“Precisamos garantir a segurança das pessoas e, ao mesmo tempo, dar condições para que os CTGs façam as adaptações, recebam eventos e mantenham suas atividades. O tradicionalismo não precisa que o Estado ensine o que fazer. Precisa de respeito, parceria e apoio para seguir levando a nossa cultura de geração em geração”, afirmou Gabriel.
O candidato também defendeu a ampliação do CTG na Escola e a formação de professores para inserir cada vez mais a história e a cultura gaúcha no cotidiano dos estudantes. “Já criamos o programa e agora precisamos avançar na formação dos professores e na aproximação das entidades com as escolas. É assim que vamos garantir que nossas crianças e nossos jovens conheçam a própria história e mantenham essa tradição viva”, destacou.

Durante o painel, Gabriel lembrou que o atual governo destinou mais de R$ 23 milhões ao tradicionalismo por meio do Avançar Tchê e de iniciativas associadas. Somente o Prêmio Tradicionalismo Gaúcho repassou R$ 18 milhões a 650 entidades. Além do CTG na Escola, também foram criadas as Invernadas Culturais, Vivências de Galpão e uma coordenadoria específica para manter o diálogo permanente com CTGs, piquetes e associações.
Gabriel ainda defendeu o fortalecimento da cultura gaúcha como produto turístico e fonte de emprego e renda. Estudo da Universidade Feevale aponta que o setor movimenta cerca de R$ 4,5 bilhões por ano no Estado. “Queremos usar essa grande rede do movimento tradicionalista em favor da cultura, do turismo e do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande. Preservar a tradição é conhecer nossas raízes e carregar essa história na construção do futuro”, concluiu.